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25/01/2019 07:24
Por: SESCONAM

Arrecadação do governo federal sobe 4,47% em 2018 e é a melhor desde 2014.

Segundo o Fisco, houve melhora na arrecadação com vendas de bens (5,8%), de serviços (0,9%).

Segundo o Fisco, houve melhora na arrecadação com vendas de bens (5,8%), de serviços (0,9%) e na massa salarial (0,94%) em dezembro, frente ao mesmo mês de 2017.

O governo federal arrecadou R$ 1,457 trilhão com impostos em 2018, o que representa uma alta real (descontada a inflação) de 4,47% em relação ao ano anterior. Este foi o melhor desempenho desde 2014, segundo a Receita Federal.

O resultado foi possível depois da divulgação dos dados de dezembro, que registraram ganhos de R$ 141,5 bilhões no mês — o que representa uma alta real de 18,34% em comparação com o mesmo mês de 2017. Os números foram apresentados na manhã desta quinta-feira (24/1), durante coletiva de imprensa.

Segundo o Fisco, houve melhora na arrecadação com vendas de bens (5,8%), de serviços (0,9%) e na massa salarial (0,94%) em dezembro, frente ao mesmo mês de 2017. A Receita aponta que o resultado traduz a retomada da atividade econômica. Mesmo assim, os ganhos com a produção industrial tombaram 0,6% e o valor em dólar das importações recuaram -6,47%.

Considerando os efeitos não recorrentes nas contas, o governo federal arrecadou R$ 4 bilhões em dezembro. Foram R$ 2 bilhões relativos ao Programa de Regularização Tributária (PRT), mais conhecido como Refis, que é uma forma do governo federal dar descontos e parcelar dívidas de empresas com a Receita Federal. Além disso, as alíquotas do PIS-Cofins sobre os combustíveis resultaram em ganhos de R$ 2 bilhões para o governo.

Excluindo os efeitos extraordinários, a arrecadação federal teria tombado 1,46% em dezembro, atingindo R$ 138,6 bilhões.

2018

De acordo com a Receita, todos os indicadores apontaram para uma melhora na arrecadação do ano passado, em comparação com 2017: produção industrial (2,3%), vendas de bens (5,28%), vendas de serviços (0,37%), massa salarial (2,82%) e valor em dólar das importações (19,38%).

O resultado mostra que a atividade econômica foi mais forte em 2018 do que em 2017, mesmo com melhora tímida. Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) de 2017 atingiu variação de 1%, as estimativas do mercado apontam que a atividade econômica vai expandir 1,3% no último ano.

Segundo os dados do Fisco, as receitas extraordinárias foram muito importantes para elevar a arrecadação do governo federal. O Refis contribuiu com R$ 20,8 bilhões a mais em 2018, enquanto o PIS-Cofins ajudou com outros R$ 29 bilhões.

Eliminando esses fatores, o ganho total do governo seria de R$ 1,419 trilhão. Mesmo assim, o resultado teria uma alta real de 3,41% em comparação com 2017, o que reforça o princípio de retomada da economia.

FONTE: FENACON


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