15/10/2020 08:30
Por: SESCONAM

Enquanto houver champanhe, há esperança.

Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral

O livro é um divertido e esclarecedor retrato da sociedade carioca nas décadas de 70 a 90 e reflete como as mudanças comportamentais, políticas e econômicas moldaram o Brasil. Zózimo, se não foi o pioneiro do colunismo social, foi, durante três décadas, o mais influente deles. No Jornal do Brasil (onde todos os jornalistas queriam trabalhar) e depois no O Globo, artistas, socialites, empresários, políticos, anônimos, modelos, cantores, todo mundo queria sair em suas colunas e suas opiniões poderiam levar uma celebridade, festa, bar ou restaurante ao sucesso ou ao fracasso.

Sua linguagem foi inovadora, com uma capacidade de síntese sem igual. Pode-se dizer que foi um tuiteiro antes mesmo de existir a rede social. Infelizmente os excessos, e o título do livro já indica, cobraram seu preço.

Um documento que poderia facilmente virar uma minissérie tamanha a riqueza de informações.

Fonte: Fenacon

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